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domingo, 23 de maio de 2010

Chaguaramas - The Boat Town

segunda-feira, 17 de maio de 2010

A Novelinha da confecção dos Pilares

Dentro do projeto de construir um pier flutuante na Ribeira Adventure Club a confecção dos pilares de sustentação foi e esta sendo uma verdadeira Novela Mexicana. Neste breve texto vou resumir um pouco dos trabalhos e dificuldades até o momento. Tudo começou com a compra e transporte dos materiais. Como a via melhor e mais rápida é de barco mesmo cruzando da Praia do Jacaré, em Cabedelo para a Ribeira, praticamente tudo veio de canoa. Eu comprava o material e marcava umponto na margem do rio para o caminhão descarregar em um horário previamente estipulado.
Com o material na Ribeira comecei a armar a estrutura de ferro dos pilares. Tudo na base da improvisação montei um gabarito para fazer as  Braçadeiras  de união dos vergalhões . Todos estes trabalhos executava pela primeira vez na vida o que leva um tempo de adaptação e aprendizagem. Trabalhava no chão mesmo apoiando a estrutura de nove metros sobre tijolos . Não precisa nem falar que depois de dois dias agachado minha coluna reclamava muito e cada vez que me levantava me sentia um velho de 80 anos.

Com as estruturas prontas agora necessitava introduzi-las dentro dos tubos de pvc. Com um pedaço de madeira para não danificar os tubos e uma marreta fui metendo na porrada pouco a pouco com a minha companheira e ajudante segurando os tubos para mim. Ainda quebrei um pedaço de um deles tendo que cortar para emparelhar.









Terminado mais este capitulo, passamos para o molde da ponta do pilar . Isto para poder penetrar melhor na fundo do rio Ribeira mais tarde. Para isso utilizamos uma garrafa de 2,5 litros junto com uma de água de 5,0 litros para moldar a ponta. Unimos as duas ao tubo com fita adesiva e pronto mais um passo na direção do final da novela.

Seguimos nossa odiséia preparando um apoio para a tal ponta do pilar. Com o peso do concreto ela fatalmente iria se deslocar ou mesmo entortar. Então mais uma solução foi encontrada . Colocamos duas madeiras nas laterais do tubo amarradas e depois fizemos dois furos atravessando o tubo onde colocamos dois vergalhoões atravessados para dar sustentação. Agora o tubo ja estava preparado para receber o concreto. Mas onde colocar um tubo de seis metros com mais tres metros de estrutura de ferro na vertical e ainda poder mais tarde enche-la com concreto. Mais um capitulo se apresentava diante de nossas mentes.

Depois de muito queimar a cabeça atras de um local adequado, só nos restou o telhado da Casa mesmo para servir de base para apoiar e abastecer os tubos com o concreto. Os engenheiros de plantão foram acionados a engendrar todo o procedimento. Com auxílio de  moitões do velho Tritton içamos o tubo até a cumieira da casa onde foi devidamente amarrado na vertical. Na primeira tentativa de subir no telhado para provar o local quebrei umas cinco telhas apesar de andar como uma aranha pelo telhado. Voltei meio desolado para baixo. Mas ai veio outra solução: destelhar o telhado para poder colocar umas pranchas de madeira e ter uma base 
sólida para executar a ardua tarefa que se avizinhava.

 

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Este Blog também é Seu!!! - O seu depoimento é Importante para Nós

É isso ai Galera!!! A idéia é tornar este BLOG um espaço aberto a todos que gostam dos Esportes de Aventura. Aqui Você pode OPINAR, ESCREVER MATÉRIAS, DIVULGAR EVENTOS E PORQUE NÃO FAZER CRITICAS E DAR SUGESTÕES.
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Album de Fotos da Ribeira Adventure Club - Seu Clube de Aventuras da paraíba!!!

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Velejador gaúcho percorre litoral brasileiro para escrever livro

Por Jully Camilo
Jornal Pequeno , São Luis - Maranhão
20 de Abril de 2007
http://www.jornalpequeno.com.br/2007/4/20/Pagina54625.htm

O professor de educação física Luciano Zinn, 45 anos, natural de Cachoeira do Sul - RS, já veleja a nove anos pelos mares brasileiros e aportou pela primeira vez, na última sexta-feira, 13, em águas maranhenses. O gaúcho que no ano de 2005 lançou o livro “Mil milhas com os Sdruvs”, após percorrer a parte Sul do país, do Chuí a Porto Alegre, prepara-se agora para lançar sua segunda obra, velejando pelo litoral do país, no veleiro Tritton, relatando os perigos, facilidades, necessidades entre outras informações que o velejador deve possuir a bordo de um navio. Ele faz uma sessão de autógrafos hoje, 20, às 17h, na Poeme-se Livros e CDs, na rua do Sol, 451.
De acordo com Luciano, ele saiu de Porto Alegre há exatamente um ano e nove meses (julho de 2005), em busca de coletar dados para completar seu segundo livro. “O título ainda está em definição, mas a intenção é transformar o livro em um guia da costa do Brasil, com dicas que sirvam para facilitar a vida do velejador que ainda não conhece a rota, os locais onde deve aportar entre outras dicas importantíssimas”, afirmou.
Segundo o velejador, a próxima parada será em Belém e de lá ele subirá rumo ao Caribe, depois retornará para Porto Alegre, o qual foi seu ponto de partida. “Não tenho patrocínio, normalmente viajo com tripulantes, dou aulas de vela e manutenção em veleiros. Procuro sempre passageiros ganho transportando essas pessoas, inclusive trouxe comigo um espanhol que subiu no barco em Natal e desembarcou aqui.”, declarou.
Luciano Zinn afirmou que passa aproximadamente um mês em cada local que visita, afinal tem que procurar seus tripulantes e divulgar seu livro “Mil milhas com os Sdruvs”. Ele dorme normalmente nas Marinas ou Iates Clubes das cidades. “O Sdruvs era meu antigo barco, hoje comprei um mais potente o Tritton. Ele pesa cinco toneladas, tem 10 metros, enquanto que o Sdruvs só tinha sete e bem mais equipado. Além de pescar, sempre levo comida estocada e não saio sem antes pesquisar no site da marinha como estará a previsão do tempo e as possíveis mudanças climáticas”, informou.
O velejador explicou que quem tiver interesse de adquirir o livro “Mil milhas com os Sdruvs”, basta manter contato pelo e-mail lucianozinn@hotmail.com

Capitão Lobisomen no Caribe

O sufoco do Kazumi em Chaguaramas

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Um dia lavando Pedras na Ribeira



Quem pensava que pedras não tomam banham esta redondamente enganado. Aqui na Ribeira elas tomam e da um trabalho danado. Passei simplesmente um dia todo dando banho nas danadas. E estão ai as fotos para não me deixar mentir. Ta bom eu explico tudo pra vocês seguidores do Blog : Ganhei uma carrada de britas do seu Zé, um vizinho muito bacana daqui da Ribeira e como estavam a muito abandonadas em frente a sua casa estavam todas com muita terra. Resumindo recolhi as britas, levei para a Ribeira Adventure Club e lá comecei a ardua tarefa de dar banho nas queridas. Tudo isso porque estou na fase final da confecção dos pilares de sustentação do pier flutuante em que dois tubos de 150 mm de p.v.c que levam concreto armado dentro e entre outros materiais a famosa brita que não pode ter nenhuma impureza .No processo utilizei uma peneira em que ia colocando um balde de cada vez para serem lavados com jato d´agua.
Copiou mano velho!!! O blog da Ribeira Adventure Club tambem eh cultura!
Vai lavar pedra no.....

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Primeiro mês de trabalhos na Ribeira Adventure Club


A segunda poita foi trazida através deste flutuante idealizado para este fim. Aluguei com o Bryan, um ingles que vive na praia do Jacaré . O processo todo se iniciou com o Eduardo mergulhando para engatar um gancho no elo da poita. Depois entre dois e com o auxilio de um carretel enorme e um sistema de polias subimos a monstra até a superfície. A pior parte que foi reboca-la até a Ribeira, uma milha do Jacaré, com o pobre Tritton a frente da ardua tarefa. A cerca de 2 nós com maré ainda subindo chegamos finalmente a Ribeira Adventure Club para posiciona-la.

Concita na pintura do flutuante utilizando oléo queimado para proteger as madeiras . O Flutuante foi uma das primeiras tarefas desde a chegada aqui no dia 01abr10. Tem cinco metros de comprimento por 2,5 metros de largura e 10 tonéis de aço de 200 litros para a sustentação.

Agora com o flutuante ja na agua começamos o trabalho de pregar o piso. Primeiro tinha que furar para depois pregar os mais de 400 pregos. Por sorte teve tambem a ajuda do companheiro Eduardo que esta visitando a Ribeira nestes dias. O pior era a extensão que teimava em cair na agua arriscando a eletrecutar tudo a volta. Por sorte não houve
danos desta vez.



Nas horas de folga dos trabalhos prioritarios ainda arrumavamos tempo para ir dando uma faxina no quintal. Aqui limpando um dos oito pés de coqueiro também com a ajuda do Eduardo ( visitante também é colocado no trabalho por aqui).




quarta-feira, 5 de maio de 2010

Ribeira Adventure Club - Um refugio para os Aventureiros de Plantão!!!

Minha vida sempre foi pautada pelas aventuras desde o princípio. E os Esportes de Aventura foram os que mais me atraparam. Das Bikes desde a infância até hoje, passando pelo Skate, o Surf, a Canoagem, as Corridas & Caminhadas e por ultimo, ainda, a Vela de Cruzeiro, fazem parte da minha vida até hoje. Mas depois de 5 anos velejando a costa do Brasil, America do Sul, Caribe e Europa senti a necessidade de ter um porto onde voltar. Além disto ja estava um pouco cançado da vida instável que vinha levando tendo que matar um leão em cada novo porto para ir alimentando o meu sonho de seguir navegando. O pobre Tritton se desmantelando com a falta de grana para manutenção e ainda assim me levando com bravura a onde a minha mente alcançava. Quando voltei ao Brasil, depois de 1,7 meses pelo Caribe e Europa tive tempo de sobra para reflexionar e dar uma nova cara para minha vida. Queria apartir desta ultima experiência ter um pé na terra e outro no mar. Mas o que fazer para concretizar esta nova etapa. Depois de um ano atolado no mangue em São Luis-MA, zarpei novamente com o Tritton em busca desta resposta. De porto em porto novamente, fui descendo a costa Brasileira com um outro olhar. São Luis, Luis Correia, Camocim, Jericoacoara, Torrões, Paracuru, Fortaleza, Areia Branca, Macau, Guamaré, Galinhos, Praia do Marco, Natal e finalmente Cabedelo na Paraiba. Aqui veio a resposta que estava buscava. Depois de um mês ancorado na praia do Jacaré, em uma manhã resolvi me aventurar para o outro lado do rio com o dingue e ver que surpresas me reservava. Deste passeio surgiu ante mim um recanto excepcional e tranquilo em meio a ilhas e manguesais e uma pequena vila de pescadores ainda como nos tempos de outrora. La encontrei uma casa em frente ao rio Ribeira com um muro de pedras e boa profundidade para ancorar veleiros. Na mesma hora me veio a ideia - Montar uma pequena marina e refugio para aventureiros. Surgia um mês depois a Ribeira Adventure Club - O Seu Clube de Aventuras na Paraiba!!!